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Genealogia no Brasil   |   bravagentebrasileira.genea@gmail.com

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Foto da família em toalhas!

Tenha um jogo de toalhas totalmente personalizado com a foto da sua família!   Você pode mandar imprimir  uma foto da família recente e/ou de seus ancestrais. Pode ter uma toalha com a foto de cada um de casa. O que você quiser!  Enxugarte

12 razões para genealogizar

  1. Validar  histórias de família — determinar se as histórias de família sobre os seus ancestrais são verdadeiras.
  2. Compreender um fato da História  — obter melhor compreensão do envolvimento de um ancestral em um fato histórico.
  3. Explorar a contribuição das famílias à construção do País — pesquisar a resiliência das famílias que sobreviveram às vicissitudes de guerra, imigração, pobreza ou escravidão; estudar o sucesso na integração além das fronteiras raciais ou nacionais; investigar conquistas empreendedoras: comerciais, agrícolas, educacionais, industriais etc.
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Aviso Importante

Os editores deste website não fazem pesquisa genealógica para terceiros. Mas têm muito prazer em compartilhar o que aprenderam ao longo de suas pesquisas dentro e fora da Internet. Daí a razão deste site!



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O que é Genealogia?

Genealogia é o ramo da História que se dedica ao estudo das famílias, à sua origem, dinâmica e evolução, descrevendo a sucessão de gerações, em sentido ascendente ou descendente. Sempre que possível, o estudo traça os dados vitais e  as biografias dos seus membros. Portanto, Genealogia estuda a história das famílias.

Embora seja ciência auxiliar da História,  sua importância reside na descrição de indivíduos, independentemente de suas relevâncias.  Isso porque todos esses indivíduos construíram suas vidas inseridos na sociedade a que pertenciam e vivenciando a mentalidade de suas épocas.   


O que não é Genealogia............

Genealogia, enquanto estudo social,  não é investigação genética, não é ensaio de proselitismo religioso, não é descrição de mitos e não é foco
de arbitragem moral. É História das Famílias... 

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Álbum de Família

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Dicas de Ocasião

Conheça o significado de alguns dos mais curiosos termos idiomários da Língua Portuguesa, que de tão expressivos são 

um espetáculo poético e linguístico por si só. 

Até Deus duvida...  

À boca da noite:  ao começar a noite

A vaca foi para o brejo:  arruinar, causar prejuízo, perder tudo, a coisa ficar ruim

Abotoar o paletó: morrer

Abrir a mão: pagar, soltar o dinheiro

Abrir mão: abandonar, desprezar

Abrir muito a boca:   vender caro

Abrir o apetite: provocar vontade 

Abrir o coração:  desabafar, falar a verdade integralmente, ser franco e direto

Abrir os olhos:  compreender, desenganar-se

Alma do padeiro:  a parte oca e interior do pão

Amargos de boca:  desgostos

Andar à baila:   ser citado; andar metido em barulhos

Andar aos ss e rr:   cambalear de bêbedo

Andar aos trancos e barrancos:  

Andar às aranhas:   andar à toa

Andar com a cabeça à roda:   não fazer nada acertadamente

Andar com a cabeça nas nuvens: estar totalmente distraído, sem atenção

Andar como barata tonta:   não conseguir se acertar

Andar sobre brasas/ em brasas:  andar aflito, preocupado, angustiado, enfrentar uma situação esquerda

Apanhar alguém com a boca na botija:   encontrar em flagrante

Apertar os cordões à bolsa / ou da bolsa:   restringir as despesas; poupar , economizar, cortar custos do orçamento

Arca por arca:   peito a peito

Armar a barraca:   dizer disparates; fazer tolices

Armar ao efeito:   querer atrair a atenção com belas aparências

Arrotar postas de pescada:   impor-se como rico ou fingir-se de

Até Deus duvida:   um fato absurdo ou inacreditável ou espetacular

  • O fato é tão assombroso que nem mesmo Deus, na Sua Onisciência, percebeu o intento 

Aumentar/ crescer/ abrir  a goela:   oferecer preço alto, vender caro, aumentar o preço 

Babar-se por:   desejar muito; estar apaixonado, querer ardentemente  

Barqueiro passa barqueiro:   ajuda de quem tem o mesmo ofício

Bater a asa/ bataer asas:   esvoaçar; fugir, escapar de uma situação social difícil 

Bater as botas:   morrer

Bater com a língua nos dentes:   revelar um segredo

Bater no peito:   arrepender-se

Bater o pé:   mostrar-se obstinado; impaciente, teimoso 

Bater o queixo nos dentes:   tremer de frio

Beijar o anjinho e fechar o caixão:  dar como fato  passado e não falar mais naquele assunto

Botar a barba de molho: mas ficar alerta e prudente, de sobreaviso 

Cair as telhas:   perder os cabelos,  tornar-se calvo

Cair no conto-do-vigário:   cair numa esparrela ou numa fraude

Cair pela base:   revelar-se sem fundamentos, não ter argumentos 

Carregar nos calos:   levar caro

Chegar a brasa para a sua sardinha:   procurar a sua conveniência, seu interesse ou vantagem 

Chupim:  pessoa que se aproveita dos esforços dos outros, um aproveitador. (Metáfora com    o chupim  [Molothrus bonariensis] pássaro cuja fêmea  põe seus  ovos no ninho do tico-tico que, inadvertidamente, lhe cria os filhotes.)

Claro como água:   evidente, indiscutível, óbvio 

Com as tripas na mão:   com coragem

Comer à tripa-forra:   comer muito

Comer mortadela e arrotar peru: fingir ser de posição social mais alta, impor-se ou fingir-se de rico

Comer o pão que o diabo amassou:   levar uma vida penosa , enfrentar uma situação difícil

Correr a coxia: andar sem destino

Cortar a casaca: falar mal, ser maledicente

Cortar as unhas rente: ser sovina

Crescer água na boca: desejar ardentemente

Custar os dentes da boca:   custar muito caro

Custar os olhos da cara: custar muito caro ou difícil

Cutucar a onça com vara curta:   provocar uma situação difícil, arranjar problema

Dar água pela barba:   oferecer grande dificuldade

Dar aos calcanhares:   fugir

Dar com os burros n’água:   ser mal sucedido

Dar de mão beijada:   gratuitamente; sem ser esperado, doar

Dar em águas de bacalhau:   não dar em nada

Dar em pizza:   não resultar nada, não dar em nada

Dar/ oferecer gasosa: dar propina, gorjeta, pagar suborno

Dar no pé: fugir, escapar

Dar o arroz:   castigar, ensinar uma lição inesquecível  

Dar um branco: esquecer-se de algo

Dar um safanão: dar um tranco físico ou  admoestar 

De beiço caído:   descontente; amuado; aborrecido, contrariado 

De corpo e alma:   completamente

De quebrar o coco: diz-se de algo que nos provoca franco riso, gargalhadas

Descascar um  abacaxi: resolver problema complicado ou difícil, desvencilhar-se de uma incumbência ou situação desagradável

Descobrir a careca:   desmascarar

Dizer à boca cheia:   dizer publicamente

É a casa da mãe Joana: um lugar que ninguém manda, que é uma desordem e não tem comando 

Em mangas de camisa:   sem casaco, sem proteção

Entrar em ninho de cobra sem perneira: ingressar numa situação sem conhecer todos os ângulos do problema, entrar numa empreitada sem avaliar o ambiente

Esconder o leite:   esconder um aspecto importante de um fato, omitir-se, não revelar-se como é, dissimular

Estar  na  berlinda:   ficar no centro das atenções, ser falado

Estar com a corda toda: estar, bem-disposto, empolgado.
(“corda” de relógio)

Estar com urucubaca: atravessar fase de má-sorte, estar com azar,  má-fase ou ainda estar doente, sentir-se gripado

Estar com zica: atravessar um momento de má-sorte, ter uma maldição, um momento de baixo astral,  ter  mau presságio, vivenciar um mau agouro.

Estar como marisco:   ser a parte frágil de uma situação, pois o marisco fica entre o rochedo e o mar

Estar entre o martelo e a bigorna:   estar entre dois perigos

Estar ou andar na berra:   estar em foco, ser falado

Falar com letras maiúsculas:   dizer tudo o que tem a ser dito, sem eufemismos  

Falar do alto da burra:   falar com arrogância e soberba, usar do poder econômico para atingir algo  

Falar  por entre os dentes:   resmungar; rosnar ,  reclamar 

Fato do arco-da-velha:   um fato espantoso ou inacreditável

Fazer a cama a alguém:   preparar-lhe uma situação desagradável , preparar-lhe uma armadilha

 Fazer beicinho:   estar prestes a chorar

Fazer boca-de-siri: manter segredo sobre determinado assunto, fechando a boca e não contando para ninguém

Fazer caridades a:   ajustar contas com; repreender

Fazer cortesia com chapéu alheio:  agradar a alguém a custa de outrem, aparecer bem numa situação com recursos ou  mérito de outra pessoa 

Fazer nas coxas: fazer mal feito, sem capricho, de qualquer jeito

Fazer tempestade em copo d´água:  dar exagerada importância a um problema de fácil solução

Fazer-se de boneca para ganhar retalhos:   fingir-se de necessitado ou de inocente para obter vantagem numa negociação ou pleito ou adquirir ganhos numa situação

Ficar às turras: Criar altercação, discussão, briga ou manter-se irredutível numa opinião, teimar

Ficar borocoxô: ficar sem graça, desconcertado  ou deprimido

Ficar com a pulga atrás da orelha: ficar desconfiado, manter uma atitude de prudência

Ficar de cara à banda:   ficar desapontado

Ficar de cara no chão:   ficar envergonhado

Ficar em águas de bacalhau:    gorar-se

Ficar em branco:   não entender nada

Ficar em brasa ou sobre brasas:   estar ou ficar muito irritado, inquieto, receoso, desconfiado, cauteloso 

Ficar nos trinques:   tornar-se elegante

Ficar sem camisa:   perder tudo

Ficar vermelho na hora e não amarelo mais tarde:  dizer na hora algo que possa ser constrangedor, mas esclarecer o assunto,  para não ficar arrependido depois 

Figurinha carimbada: Pessoa incomum, rara, preciosa, a qual  todo mundo  deseja ter por perto, pessoa ímpar e singular, de personaldiade marcante 

A expressão vem  das figurinhas (cromos) colecionáveis desde o século XIX até hoje. Do início dos anos 50 até os anos 1970, as coleções davam prêmios, mas o álbum precisava estar completo.  Alguns cromos eram tão abundantes que se tornavam "figurinhas fáceis" (v. ser arroz de fésta), mas  todas as páginas tinham a sua “figurinha carimbada”, desejada por todos... e muito, muito rara.    (Tão rara  que a polícia descobriu que algumas  empresas inidôneas  simplesmente não imprimiam algumas das figurinhas e o governo proibiu a distribuição de prêmios).

  • Reduzido para "figurinha" ou "figura" 
  • É o contrário de "figurinha fácil"   (v. ser arroz de festa

Ir/ prestar-se  ao beija-mão de alguém:   prestar obediência; sujeitar-se; baixar-se, reverenciar, bajular

Ir aos arames:   enfurecer-se

Ir por água abaixo:    perder tudo, ter prejuízo

Ir  pelos ares:   explodir (situação ou temperamento) 

Jogar a toalha: desistir

Levado da breca:   insuportável, mal educado, mal comportado 

Levar a água ao seu moinho:    conseguir os seus intentos

Mandar àquela banda:   mandar bugiar, dispensar, mandar cuidar da própria vida 

Mandar caçar sapos no asfalto: dispensar, mandar passear, mandar cuidar da própria vida 

Mandar catar coquinhos:   mandar embora, mandar para fora , dispensar

Mandar pentear macacos: dispensar, mandar passear, mandar cuidar da própria vida  

Matar o bicho: tomar o desjejum, matar a fome da manhã, matar a fome 

Medir tudo pela mesma bitola:   não distinguir entre o bom e o mau

Mesmo se chover canivetes: nem que seja dificílimo, haja o que houver

Meter a unha:    vender caro, explorar

Meter água:   fazer ou dizer asneiras

Meter goela abaixo: obrigar ou obrigar-se, impor ideias, políticas ou medidas indesejáveis

Meter os pés pelas mãos:   fazer uma trapalhada, criar uma situação embaraçosa ou perigosa

Mudar de ares:   viajar para descanso ou escapar de um problema 

Não atar nem desatar:   ficar indeciso , não resolver nada

Não entender  patavinas/ Não entender  chongas/ não entender  bulhufas/ não entender necas de piripitibas:   não entender nada do assunto

Não ter eira nem beira: não ter recursos, posses, dinheiro, ser um pobretão, não ter nada
(eira: espaço de trabalho, terreiro,  quintal/  beira: o beiral dos telhados das casas bem construídas)

Não ver a bola:   não perceber nada de uma situação 

Nascer com/ ter  berço: ser pessoa de boa educação e sólidos princípios morais

Nem que vaca tussa: de jeito nenhum, não, nunca, jamais, impossível, de forma alguma, nem por hipótese, em hipótese alguma

Ninguém engorda o porco porque gosta do porco; é para comer o porco:  o ser humano não age por altruísmo, mas por interesse próprio

No tempo  dos afonsinos:   antigamente  
(referência aos reis Afonso, de Portugal)

  •  o povo fala  equivocadamente "afonsinhos", por desconhecer História 

Olhos/ olhares  atravessados:   olhos vesgos  ou desconfiados

Os quintos dos infernos: lugar distante e sem recursos 

Para inglês ver:   apenas para efeito de aparência, sem validez

Passar o carro adiante dos bois:   sucederem-se ou fazer as coisas ao contrário, antecipar-se ao desenrolar natural dos fatos sem necessidade 

Pendurar as chuteiras/ as botas: desistir, aposentar-se, retirar-se de cena

Pensar na morte da bezerra: estar distraído ou quando se  está imerso em pensamentos vagos ou mesmo quando não se quer revelar em que se pensa

Pessoa para uso externo:   pessoa para se encontrar apenas socialmente e evitar-se a convivência

Pisar-lhe os calos: ofender alguém , falar do   ponto fraco de uma pessoa

Por as barbas de molho: ficar de sobreaviso; acautelar-se; prevenir-se; precaver-se contra um perigo iminente

Por o preto no branco:   assinar, estabelecer um contrato, escalrecer um assunto 

Por um pingo nos is: esclarecer um fato

Por uma pedra em cima: esquecer o assunto para evitar mais desgostos 

Por/ colocar/ meter  água quente na fervura: agravar uma situação

Pôr-se nas trancas: fugir

Problema de junta:  problema mecânico sem conserto, 'diagnóstico' fictício para equipamento — e mesmo doença —  que não tem conserto, cura  ou arranjo:  “Junta tudo e joga fora”

Procurar agulhas em palheiro:   procurar uma coisa difícil, procurar uma solução rara 

Puxar brasa para a sua sardinha:   tirar alguma vantagem, buscar a própria conveniência 

Quando a água bater na bunda:   quando a dificuldade chegar, quando o problema se revelar em toda sua extensão 

Queimar o último cartucho:   tentar o último esforço

Rebimboca da parafuseta: o termo designa uma peça fictícia, cujo nome ou função não são conhecidos no  motor de um automóvel ou  de outra máquina. Às vezes o termo é acompanhado  do nome de outras peças fantasiosas, como a mola da grampola ou a arruela da grapeta ou ainda a rosqueta do ejetorador.  Aplicado quando se imagina enganado num serviço por um serviço técnico ou mecânico. Ou  para ironizar com alguém que é completamente leigo no assunto ou mesmo em tom de desdém pela complexidade de um  equipamento.

Requenguela: coisa ou pessoa decadente, coisa caindo aos pedaços, coisa ou pessoa    feia, velha, fraca, mal acabada, sem dotes.  Mulher requenguela: mulher feia e sem atrativos

Rir a bandeiras despregadas: rir muito aberta e sinceramente; rir com muita vontade e prolongadamente, gargalhar

Riscar do mapa: esquecer, desaparecer, olvidar-se, sumir (ideia, pessoa ou coisa)

Rodar a baiana:   perder a compostura e falar o que precisa ser falado; exigir explicações para o esclarecimento de um fato nem que se passe vergonha ou se altere o tom de voz, fazendo valer o que acha seu direito  

Sair à francesa: sair de uma festa ou reunião sem despedir-se de ninguém para não ser percebida a sua saída

Ser arroz de festa:  ser pessoa que é vista em todas as festas, figura que almeja  aparecer sempre,  que se faz sempre presente, convidada ou não,  que  parece estar em todos os lugares ao mesmo tempo

  • O mesmo que  figurinha fácil.  É o oposto de  figurinha carimbada  (v.)  

Ser farinha do mesmo saco / ser vinho da mesma pipa/ ser da mesma argila: ter (duas ou mais pessoas) as mesmas virtudes os mesmos defeitos de caráter ou o mesmo comportamento.  (Bom com o bom, mau com o mau) 

Ser ligada no 220: ser uma pessoa vibrante, disposta, impetuosa,  proativa

(A pessoa estaria  ligada na corrente de 220 V)

Ser salvo pelo gongo: escapar de uma situação difícil porque ocorreu algo repentinamente  que impediu o mau desfecho

Ser unha e carne com alguém:   ser muito amigo de alguém, muito próximo 

Subir nas tamanquinhas / ou subir nas tamancas:   ficar bravo, encolerizar-se e falar alto

Surra de criar bicho:   muita pancada, uma surra memorável 

Ter amor à pele:   não se arriscar; ser prudente

Ter bichos-carpinteiros:   estar irrequieto, aflito 

Ter culpa no cartório:   ser culpado de alguma falta ainda não descoberta

Ter gabarito: ser alguém distinto, com classe

Ter muito bagaço:   ser muito rico

Ter muito pastel (ou biscoito) e pouco chá:   Ter muito dinheiro e pouca educação (ou cultura)

Ter muitos quilômetros rodados:  ser experiente, ter prática. Ou,  pejorativamente, ser alguém com   vivência sexual  para além do esperado

Ter o coração ao pé da boca:   ser muito franco; ser aberto demais com as palavras 

Ter o rei na barriga:   ter ares muito importantes

Ter siri no bolso: ser avarento, sovina

Ter um amargo na boca:   estar magoado, desgostoso

Ter um chilique / um faniquito / um piti:  ter um ataque nervoso; acesso de nervosismo ou  acometimento de raiva ou frustração

Tirar a bunda da cadeira: tomar uma providência, fazer alguma coisa, deixar de ser preguiçoso ou inerte

Tirar o pai da forca:  ter muita pressa para fazer algo

Tirar  o cavalo/ cavalinho  da chuva: desistir de alguma coisa, abandonar pretensões, perder as ilusões

Tomar ar:   passear , sair de um recinto que não se sente bem

Trazer água no bico:    ter uma intenção oculta

Trocar alhos por bugalhos: confundir  os fatos ou as narrativas, intencionalmente ou não

  • alho é uma liliácea
  • bugalho é uma variedade de quercus,  carvalho 


Um burro carregado de livros:   um doutor; usado quando se é prejudicado por alguém que deveria nos prestar auxílio, como advogado  ou médico 

Unhas de fome :     pessoa somítica, avarenta 

Ver-se em palpos de aranhas:   achar-se em apuros

Virar a casaca:   mudar de partido, de clube de futebol ou de opinião antes sólida 

Zica do pântano: um azar imenso e memorável

Zoar com alguém: divertir-se à custa de outro, fazer gozação, zombar