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Foto da família em toalhas!

Tenha um jogo de toalhas totalmente personalizado com a foto da sua família!   Você pode mandar imprimir  uma foto da família recente e/ou de seus ancestrais. Pode ter uma toalha com a foto de cada um de casa. O que você quiser!  Enxugarte

12 razões para genealogizar

  1. Validar  histórias de família — determinar se as histórias de família sobre os seus ancestrais são verdadeiras.
  2. Compreender um fato da História  — obter melhor compreensão do envolvimento de um ancestral em um fato histórico.
  3. Explorar a contribuição das famílias à construção do País — pesquisar a resiliência das famílias que sobreviveram às vicissitudes de guerra, imigração, pobreza ou escravidão; estudar o sucesso na integração além das fronteiras raciais ou nacionais; investigar conquistas empreendedoras: comerciais, agrícolas, educacionais, industriais etc.
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Aviso Importante

Os editores deste website não fazem pesquisa genealógica para terceiros. Mas têm muito prazer em compartilhar o que aprenderam ao longo de suas pesquisas dentro e fora da Internet. Daí a razão deste site!



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O que é Genealogia?

Genealogia é o ramo da História que se dedica ao estudo das famílias, à sua origem, dinâmica e evolução, descrevendo a sucessão de gerações, em sentido ascendente ou descendente. Sempre que possível, o estudo traça os dados vitais e  as biografias dos seus membros. Portanto, Genealogia estuda a história das famílias.

Embora seja ciência auxiliar da História,  sua importância reside na descrição de indivíduos, independentemente de suas relevâncias.  Isso porque todos esses indivíduos construíram suas vidas inseridos na sociedade a que pertenciam e vivenciando a mentalidade de suas épocas.   


O que não é Genealogia............

Genealogia, enquanto estudo social,  não é investigação genética, não é ensaio de proselitismo religioso, não é descrição de mitos e não é foco
de arbitragem moral. É História das Famílias... 

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Dicas de Ocasião

 Início >   Subsídios  > Batismo de Escravos 

Escravos eram batizados 
e registrados por força de lei  

 

O batismo mandatório para todos os escravos mercadejados da África foi constituído pela primeira vez em 1454, pelo papa Nicolau V. Todavia, foi 60 anos depois, quando se intensificou o envio de escravos africanos para as Américas, que o sacramento inicial passou a ser considerado uma prioridade pastoral para a Igreja. Essa obrigatoriedade foi endossada  em 1514 pela Coroa portuguesa, por meio de uma lei que obrigava os  proprietários a batizarem seus escravos africanos no prazo máximo de três meses após seu desembarque, sob pena de perderem os direitos sobre eles, em benefício da Coroa. 




Para as crianças abaixo dos 10 anos, não era nem necessário os 90 dias. Bastavam 30.  Essa lei foi incorporada às Ordenações Manuelinas (1521) e confirmada pelas Ordenações Filipinas (1603), mais longamente aplicadas no Brasil:

 

“qualquer pessoa, de qualquer estado e condição que seja que escravos de Guiné tiver, os faça batizar e fazer cristãos, do dia que a seu poder vierem até seis meses, sob pena de os perder para quem os demandar...//E se algum dos ditos escravos que passe de idade de dez anos se não quiser tornar cristão, sendo por seu senhor querido, faça-o seu senhor saber ao prior ou cura da igreja em cuja freguesia viver, perante o qual fará ir o dito escravo; e se ele, sendo pelo dito prior e cura admoestado e requerido por seu senhor, perante testemunhas, não quiser ser batizado, não incorrerá o senhor em dita pena.

E sendo os escravos em idade de dez anos ou de menos, em toda a maneira os façam batizar até um mês do dia que estiverem em posse deles; porque nestes não é necessário esperar seu consentimento.

E as crianças que em nossos reinos e senhorios nascerem das escravas que das partes de Guiné vierem, seus senhores as farão batizar aos tempos que os filhos das cristãs naturais do Reino se devem e costumam batizar, sob as ditas penas.  Ordenações Filipinas: Livro V. (1603) Organização Silvia Hunold Lara. São Paulo: Companhia das Letras. 1999.   (grafia atualizada)



Logo,  quando se localiza ano, nome e paróquia, é possível enconrar o registro de um  antepassado escravo.  Verde que muitos livros de registros — sejam de senhores, escravos negros ou de indígenas — estão em livros em estados deploráveis.  Muitos porém foram bem conservados e têm-se acesso aos assentos de batismo. Quando permitiram,  os livros foram microfilmados pelos mórmons. 

A tarefa é difícil mas não impossível.