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Foto da família em toalhas!

Tenha um jogo de toalhas totalmente personalizado com a foto da sua família!   Você pode mandar imprimir  uma foto da família recente e/ou de seus ancestrais. Pode ter uma toalha com a foto de cada um de casa. O que você quiser!  Enxugarte

12 razões para genealogizar

  1. Validar  histórias de família — determinar se as histórias de família sobre os seus ancestrais são verdadeiras.
  2. Compreender um fato da História  — obter melhor compreensão do envolvimento de um ancestral em um fato histórico.
  3. Explorar a contribuição das famílias à construção do País — pesquisar a resiliência das famílias que sobreviveram às vicissitudes de guerra, imigração, pobreza ou escravidão; estudar o sucesso na integração além das fronteiras raciais ou nacionais; investigar conquistas empreendedoras: comerciais, agrícolas, educacionais, industriais etc.
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Aviso Importante

Os editores deste website não fazem pesquisa genealógica para terceiros. Mas têm muito prazer em compartilhar o que aprenderam ao longo de suas pesquisas dentro e fora da Internet. Daí a razão deste site!



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O que é Genealogia?

Genealogia é o ramo da História que se dedica ao estudo das famílias, à sua origem, dinâmica e evolução, descrevendo a sucessão de gerações, em sentido ascendente ou descendente. Sempre que possível, o estudo traça os dados vitais e  as biografias dos seus membros. Portanto, Genealogia estuda a história das famílias.

Embora seja ciência auxiliar da História,  sua importância reside na descrição de indivíduos, independentemente de suas relevâncias.  Isso porque todos esses indivíduos construíram suas vidas inseridos na sociedade a que pertenciam e vivenciando a mentalidade de suas épocas.   


O que não é Genealogia............

Genealogia, enquanto estudo social,  não é investigação genética, não é ensaio de proselitismo religioso, não é descrição de mitos e não é foco
de arbitragem moral. É História das Famílias... 

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Questões delicadas em Genealogia

"Não há nenhum rei que não tenha tido um escravo entre seus ancestrais, e nenhum escravo
que não possa contar um rei dentre os seus."
Helen Keller (*)
Existem as chamadas "questões delicadas" em todas as famílias, ou seja pontos nevrálgicos que podem atrapalhar um pouco a pesquisa genealógica.
Mas nem por isso você deve desistir.

Uma pesquisa genealógica mais profunda, às vezes, esbarra em questões que as pessoas não querem tocar ou preferem esquecer.
Mas se sua pesquisa se propuser a ser um trabalho sério, documentado, é importante que nada seja omitido.

As "questões delicadas" citadas abaixo foram criadas para orientar alunos de Ensino Médio (o antigo 2° grau ou Colegial) nos seus trabalhos. Mas as sugestões valem mesmo para um trabalho adulto.

Se você estiver fazendo um trabalho escolar, deve pesar bem as informações relevantes e os valores que devem ser respeitados, especialmente se os avós forem vivos e mais particularmente ainda se você vive numa comunidade pequena.

Se você faz pesquisa genealógica como adulto, pode anotar determinadas questões em campos privados. 

As tais "questões" delicadas costumam ser...

a. Gravidez antes do casamento. (Como explicamos, para as gerações antigas isso era "um escândalo"). Procure explicar aos avós que os valores morais do mundo hoje não são tão rígidos.
b. Ascendência negra. (Muitas famílias escondem o fato de descenderem de escravos ou ex-escravos. Mesmo que você ache essa posição preconceituosa, deve respeitar seus avós).
c. Ascendência indígena. Na maioria dos Estados do Brasil o fato é motivo de muito orgulho. Mas em meia-dúzia de lugares é razão de vergonha.
Descender de índio é motivo de orgulho, no Brasil, desde o século XVIII. Conheça o alvará de d. José I, incentivando o casamento com índios. Mas se entre sua família a idéia for outra, respeite seus pais ou avós, independente da sua própria opinião.
d. Ancestrais que foram perseguidos politicamente.
O Brasil viveu muitos períodos de ditaduras e exceções do estado-de-direito. Às vezes, esse é um assunto doloroso para a família. Para outras, é motivo de orgulho.
e. Ancestrais que tiveram problemas com a lei, por crimes não-políticos, como roubo ou homicídio. As chamadas "ovelhas-negras" das famílias.
f. Bisavós, avós ou tias que "fugiram" com outros homens, que não seus próprios cônjuges.
Lembre- se que, antigamente, as mulheres eram muito oprimidas e tinham condições de vida duríssimas. Uma mulher que fugia em busca da felicidade pode ser vista hoje como uma pioneira e não como a "ovelha negra".
Assim, ao invés de se envergonhar, você pode até se orgulhar dessa ancestral. Se houver clima. você pode exprimir esse novo ponto-de-vista aos seus avós.
g. Ancestrais (femininas) que foram prostitutas antes de se casarem. Além do amor à primeira vista, existem explicações sociológicas para o fato: locais em que não havia poucas ou quase nenhuma mulher; origem humilde do marido que preferia se unir a uma mulher mais simples.
h. Ancestrais com profissões muito humildes. Em alguns círculos isso é motivo de vergonha. O importante aqui é "fazer a virada": muito mais digno é ter sido um trabalhador honesto e digno. Aliás, a maioria das pessoas descende mesmo de pessoas humildes. Senão, hoje todos seriam classe dominante ou "aristocracia".
(*) Helen Keller (1880–1968), autora americana, educadora e conferencista; que nasceu cega e surda e superou todos os obstáculos, aprendendo a ouvir pela vibração da voz, a falar, a ler e a escrever em braille .
In "A história da minha vida", cap. I, 1903.