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Foto da família em toalhas!

Tenha um jogo de toalhas totalmente personalizado com a foto da sua família!   Você pode mandar imprimir  uma foto da família recente e/ou de seus ancestrais. Pode ter uma toalha com a foto de cada um de casa. O que você quiser!  Enxugarte

12 razões para genealogizar

  1. Validar  histórias de família — determinar se as histórias de família sobre os seus ancestrais são verdadeiras.
  2. Compreender um fato da História  — obter melhor compreensão do envolvimento de um ancestral em um fato histórico.
  3. Explorar a contribuição das famílias à construção do País — pesquisar a resiliência das famílias que sobreviveram às vicissitudes de guerra, imigração, pobreza ou escravidão; estudar o sucesso na integração além das fronteiras raciais ou nacionais; investigar conquistas empreendedoras: comerciais, agrícolas, educacionais, industriais etc.
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Aviso Importante

Os editores deste website não fazem pesquisa genealógica para terceiros. Mas têm muito prazer em compartilhar o que aprenderam ao longo de suas pesquisas dentro e fora da Internet. Daí a razão deste site!



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O que é Genealogia?

Genealogia é o ramo da História que se dedica ao estudo das famílias, à sua origem, dinâmica e evolução, descrevendo a sucessão de gerações, em sentido ascendente ou descendente. Sempre que possível, o estudo traça os dados vitais e  as biografias dos seus membros. Portanto, Genealogia estuda a história das famílias.

Embora seja ciência auxiliar da História,  sua importância reside na descrição de indivíduos, independentemente de suas relevâncias.  Isso porque todos esses indivíduos construíram suas vidas inseridos na sociedade a que pertenciam e vivenciando a mentalidade de suas épocas.   


O que não é Genealogia............

Genealogia, enquanto estudo social,  não é investigação genética, não é ensaio de proselitismo religioso, não é descrição de mitos e não é foco
de arbitragem moral. É História das Famílias... 

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Dicas de Ocasião

Início >  Sua Pesquisa > Pesquisa: História da família geram adultos mais centrados 

Pesquisa aponta: crianças que sabem histórias de sua família tornam-se adultos mais equilibrados 

As crianças que sabem histórias sobre parentes e ancestrais apresentam níveis mais elevados de bem-estar emocional, de acordo com pesquisa feita em 2010 na Universidade Emory (Carolina do Norte, EUA).  Além disso, quando adultas, têm um nível de resiliência social e familiar  muito mais alto do que a maioria das pessoas.   

Termo adaptado da Física dos Materiais, resiliência é a capacidade que um indivíduo ou grupo apresenta de resistir, após momento de adversidade, conseguindo se adaptar ou evoluir positivamente frente à situação.

A pesquisa foi conduzida pelos professores de Psicologia da Universidade Emory: Robyn Fivush e Marshall Duke, e a então aluna da pós-graduação, Jennifer Bohanek. Quanto mais histórias de família sabem as crianças e adolescentes e quantos mais participam das conversas da hora do jantar estão diretamente ligadas ao equilíbrio emocional e à funcionalidade da família, diz o estudo.

"Histórias familiares fornecem um sentido de identidade através do tempo e ajudam as crianças a entender que eles estão no mundo, dão-lhes um sentido de pertença", disseram os pesquisadores em artigo no jornal da faculdade, intitulado “O poder da história da família na identidade e no bem-estar do adolescente ".

Os pesquisadores asseguram que as histórias de família são uma parte crítica da emergente identidade e do bem-estar dos adolescentes. Para estabelecer essa medida, os pesquisadores elaboraram uma escala denominada um "Do You Know" (DYK) [Você sabe?, em português. ]

 
Histórias de família garantem identidade, pertença e auto-estima

A escala DYK tem 20 perguntas do tipo sim/ não, pedindo à criança para relatar se eles sabem histórias da família e histórias familiares intergeracionais. A pontuação alta na escala DYK foi associada com um melhor ajustamento social para os adolescentes e melhor funcionamento familiar global. Vale observar que não é apenas saber as respostas o que importa, mas se esses tipos de histórias surgem naturalmente, na na interação com  os pais e com parentes de outras gerações.

As principais perguntas do questionário
Não por mera coincidência, as principais perguntas do Questionário elabordo pelos professores de Psicologia da Emory University abordam as perguntas que comumente se faz aos ancestrais vivos quando se inicia a própria árvore genealógica. Dentre as principais perguntas destacam-se: 
  • Você sabe como seus pais se conheceram?
  • Onde sua mãe e seu pai cresceram? 
  • Onde seus pais se casaram?
  • O que aconteceu quando você nasceu?
  • Como você recebeu  o seu nome?
  • Algumas boas ou más experiências dos seus pais servem a você como lições de vida?
  • Que prêmios esportivos ou escolares seus pais receberam quando eram jovens?
  • Quando seus pais eram mais jovens vivenciaram alguma doença,  ou acidente?
  • Onde seus avós cresceram? Onde estudaram? 
  • Como seus avós se conheceram? 
  • Como seus avós ganhavam o sustento? 

Forte self  intergeracional:
"pertenço a algo maior que eu mesmo" 

Preservar o cerne
estimula o progresso

Marshall Duke explica que as crianças conhecem sua história familir criam mais auto-confiança e constróem  o que ele e Dr. Fivush chamam de um forte "self intergeracional." Eles sabem que pertencem a algo maior do que eles mesmos.

Líderes em outros campos encontraram resultados semelhantes. Muitos grupos sociais adotam o que os sociólogos chamam de tomada de sentido: a construção de uma narrativa que explica o que o grupo possui como "a causa".

Jim Collins, famoso especialista em gestão e autor de  Good to Great   (em português, Empresas Feitas Para Vencer, Ed. Saraiva) , garante que  quaisquer dos  empreendimentos humanos  mais bem sucedidos —  de empresas a países — são os que captam uma "identidade central" . Nas palavras de Jim Collins, os empreeendimentos de sucesso buscam  "preservar o cerne e isso estimula o progresso.  O mesmo se aplica às famílias." 


O artigo sobre o tema no NY Times pode ser lido aqui. 

Os pesquisadores estudaram 660 estudantes de classe média, de etnias variadas, entre 14 a 16 anos de idade, todos  adolescentes de famílias biparentais. Eles completaram a escala DYK e criaram várias medidas padronizadas de funcionamento familiar, o desenvolvimento da identidade e bem-estar. Adolescentes que sabiam mais histórias sobre a sua família ampliada (intergeraciopnal) apresentaram "condições mais elevados de bem-estar emocional e coeficientes mais altos de realização de identidade e autoestima, mesmo quando se amplia o estudo para o nível geral de funcionamento da família", segundo o estudo.


"Existe algo poderoso sobre realmente conhecer essas histórias", diz o psicólogo Robyn Fivush . No entanto, os autores alertaram que uma vez que este estudo utilizou a apenas a escala DYK, mais pesquisas são necessárias antes de qualquer conclusão definitiva




O resumo desse trabalho pode ser baixado aqui

Bisavós contam histórias das raízes familiares